Ao inserir uma criança portadora da síndrome de Down na escola regular, algumas mudanças fazem-se necessárias no processo ensino-aprendizagem por parte da instituição, entre as quais pode-se citar: a variedade de objetos educacionais; o estabelecimento de objetivos envolvendo diversas áreas do desenvolvimento; a inclusão de conteúdos que indicam valores, normas de condutas e atitudes socialmente relevantes.
Quando a criança portadora de Síndrome de Down chega à escola, esta deve incrementar a sua metodologia e a sala de aula para que este aluno adapte-se a sala de aula. O arranjo do espaço físico implica nos princípios educacionais em que se apoia a prática. Assim sendo, como o espaço é fundamental no processo de descoberta e construção, as classes devem ser organizadas no sentido de oferecer aos seus alunos uma área que possam construir, criar, espalhar materiais, trabalhar sozinhos e em pequenos e grandes grupos. Em períodos anteriores, sob outras orientações, as classes podiam ser pequenas, pois nessas aulas os alunos tinham apenas que se manter somente sentados frente às mesas, ouvindo o professor, observando gravuras, seguindo instruções. O professor trazia pronto o material que seria utilizado e que, no geral, se resumia em lápis e folhas a serem pintadas. Mas a partir do momento que temos na classe alunos especiais, as salas, mais do que nunca devem constituir um ambiente estimulante, aconchegante, favoráveis ao trabalho e à convivência harmoniosa entre seus ocupantes.
O professor deve sensibilizar seus alunos sobre a condição do coleguinha, pois a melhor maneira de se evitar o preconceito é a informação. É necessário que ele se sinta acolhido pela turma, pois essa interação é muito importante para que futuramente ele possa participar ativamente das atividades propostas. Atividades em grupo podem auxiliar a criança na participação das mesmas.

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